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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

PALESTINA PEDE QUE MUNDO RECONHEÇA COMO PAÍS EM 2017 - FINAL DOS TEMPOS

Abbas Pede Que Mundo Reconheça a Palestina Como País Em 2017

Decisões da ONU faz presidente palestino dizer: “mundo está do nosso lado” "Insiste numa Verdadeira Paz Entre os Estados"
Entusiasmado com as recentes decisões favoráveis da ONU às demandas dos palestinos, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, começou o ano exortando o mundo para que reconheça o “Estado da Palestina” em 2017, noticiou o Jerusalém Post.

“Eu digo a você que os assentamentos nas terras ocupadas da Palestina estão prestes a acabar”, afirmou ele durante discurso na comemoração dos 52 anos de seu grupo político-militar, o Fatah.
“Estamos clamando para que 2017 possa ser o ano do reconhecimento internacional do Estado da Palestina. Somente esse reconhecimento irá reforçar a possibilidade de alcançarmos uma solução de dois Estados e uma paz verdadeira”, insistiu ele. “Nós conseguimos uma histórica resolução do Conselho de Segurança da ONU”, complementou.
A assembleia-geral das Nações Unidas concedeu à Palestina o status de Estado observador não-membro em 2012. Cerca de 130 países reconhecem a Faixa de Gaza e a Cisjordânia como uma nação independente e receberam seus embaixadores, incluindo o Brasil.

A construção de novos assentamentos para judeus em territórios reclamados pelos palestinos resultou num afastamento das relações com os Estados Unidos, que pela primeira vez não apoiou Israel no Conselho de Segurança. O fim do governo Obama e as promessas de apoio de Trump podem estar incentivando os palestinos a exigirem esse reconhecimento antes do dia 20 de janeiro, quando o novo presidente norte-americano tomará posse.
Ainda em seu discurso, Abbas reiterou que a liderança palestina está disposta a trabalhar com  o presidente eleito Donald Trump “para alcançar a paz na região, em conformidade com a solução dos dois Estados, as decisões internacionais e a Iniciativa de Paz Árabe”.

Israel enfraquecido

A Resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU, aprovada no final do ano passado remete à divisão de territórios pré-1967, o que incluiria a entrega definitiva de Jerusalém Oriental aos palestinos.
Para o governo de Israel, a decisão das Nações Unidas “não têm validade jurídica” e é algo “vergonhoso”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu que até a posse de Donald Trump, seus ministros se abstenham de viajar a 12 países que votaram em favor da resolução de condenação dos assentamentos judaicos.

Também proibiu que seus embaixadores se reunissem com representantes dos governos que votaram contra Israel: Rússia, França, Espanha, Reino Unido, China, Japão, Egito, Uruguai, Angola, Ucrânia, Senegal e Nova Zelândia.
Em outra declaração recente, Mahmoud Abbas insistiu que a posição da ONU só mostrava que “o mundo se uniu ao nosso lado. O que aconteceu não resolve a questão palestina, mas define as bases legais para resolvê-la”.
Por sua vez, Netanyahu espera que Israel não continue tão enfraquecido diplomaticamente caso Trump cumpra sua promessa de apoiar o estado Judeu e mudar sua embaixada para Jerusalémo que é considerado inaceitável pelos palestinos.Com informações:Gospelprime

O Messias está vindo
Preparem o caminho em Santidade
(Hebreus 12:14)

Shalom



   
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